Vinhos de PortugalTerras do Sado e Alentejo

Palmela

Integrando a região da Península de Setúbal a denominação de origem Palmela é provavelmente a de maior tradição no que a vinhos de mesa diz respeito. É em Palmela que o Castelão atinge o seu maior esplendor mostrando vinhos encorpados muito complexos e com grande capacidade de envelhecimento.

 

Alentejo

A área de vinha no Alentejo ronda os 22.000 hectares, o que corresponde apenas a cerca de dez por cento da área dedicada à cultura em todo o país. Encontra-se nos solos mais pobres, sendo uma cultura basicamente estreme (com excepção de algumas vinhas velhas) e encontra-se instalada em terrenos com declives suaves cuja exposição dominante a Sul. Portalegre foge à regra, já que na região predomina a vinha em encosta.

A Região vitivinícola ALENTEJO está subdividida em oito sub-regiões nas quais se produzem vinhos de qualidade com Denominação de Origem Controlada (D.O.C.): Portalegre, Borba, Redondo, Reguengos, Évora, Granja-Amareleja, Vidigueira e Moura.

 

Lagoa

Esta região possuía uma certa tradição vinícola anterior à fixação muçulmana na região.

Este povo não só plantou a vinha como também exportava o vinho produzido, tendo os cristãos, posteriormente, aproveitado e incrementado a organização económica existente à volta deste produto.

A partir da segunda metade do séc. XIX, com o desenvolvimento da viticultura na região, os vinhos começaram a ocupar, tanto a nível nacional como a nível internacional, o lugar de destaque que a sua tipicidade e qualidade lhes conferem.

Zona inserida numa faixa de território que se estende ao longo do Litoral Sul, entre o oceano e as Serras de Monchique e Caldeirão, produz vinhos cujas características se devem ao clima extremamente seco, tipicamente mediterrânico, à natureza dos solos e às castas tradicionais.

 

 

 

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