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Numa curva da margem esquerda do Rio Douro, perto da Régua, num cenário deslumbrante, fica a Quinta da Pacheca, que deve o seu nome a D. Mariana Pacheco Pereira, proprietária da quinta no século XVIII. Após a filoxera, a família Serpa Pimentel comprou e recuperou a propriedade, replantando-a com vinhas, não só das castas tradicionais, mas também de outras, inovadoras para a época, como a Riesling, Sauvignon Blanc e Gewürstraminer. Mais tarde construiu grandes lagares de granito, que são hoje um dos "ex-líbris" da casa. Sendo uma das quintas pioneiras no engarrafamento e comercialização do seu vinho, no início da década de 1980, a Quinta da Pacheca granjeou um grande prestígio entre os enófilos. Desde 1996, José Serpa Pimentel e sua filha Maria, enóloga, continuam a tradição familiar, partilhando responsabilidades na produção dos vinhos Quinta da Pacheca, tendo-os colocado num nível de qualidade que satisfaz o consumidor mais exigente.
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